Romero Goulart
Wake News
Foi uma das viagens mais incríveis da minha vida. Aos 42 anos, realizei um sonho que há muito tempo esperava: andar de wakeboard na Tailândia. E o melhor? Não fui sozinho. Minha esposa topou e ainda fomos com mais 11 amigos e amigas que o wake nos apresentou ao longo dos anos.
Thai Wake Park: obstáculos insanos
A primeira parada foi o Thai Wake Park. Chegamos já com aquela energia boa e ficamos hospedados lá por duas noites e três dias inteiros de wake non-stop. Que lugar insano! Os obstáculos são enormes, super desafiadores, com um acabamento que eu nunca tinha visto igual em lugar nenhum do mundo. Destaque para o Snow Ramp: como é bom ir alto e pousar na rampa de recepção suave.
O sistema de cabo é tão bem ajustado que parecia não ter curva. Sem falar no resgate com carrinho, que torna o full muito mais legal para arriscar manobras na reta oposta. Acordávamos, tomávamos café e já entrávamos na água.
ESC e Phuket Wake Park
Depois seguimos para o ESC Thai Wake Park. Os obstáculos também são bem desafiadores, mas, depois de três dias intensos no Thai, pareceram mais tranquilos. Eram extremamente lisos — a prancha simplesmente não agarrava — com pulverizadores de água o tempo inteiro. Destaque para as várias opções de transfer.
A última parada foi o Phuket Wake Park. O cable é bem legal, com um estilo mais "huts", mas os obstáculos são 100% unit.
O que fica da viagem
Durante toda a viagem eu me perguntava: foram os cables incríveis ou foi a companhia das pessoas? A resposta sincera é que foi os dois. Rimos muito, comemoramos cada queda e cada acerto juntos, e criamos memórias que vamos carregar para sempre. Valeu cada hora dentro do avião.
Créditos
Matéria produzida pelo Mundo Wake a partir de texto originalmente escrito por Romero Goulart e publicado na Wake News — Edição 05 (Maio/2026).
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